madrugada da poesia
na Biblioteca Operária Oeirense

Tradição que já conhece vários anos, terá hoje lugar a Madrugada da Poesia, na Biblioteca Operária Oeirense 

17 de Maio de 2019 a partir das 21.15h
Declame ou dê a declamar os seus poemas preferidos 
Esperamos por si na Biblioteca Operária Oeirense, Rua Cândido dos nº 119, em Oeiras 
Informações e inscrições das 15 às 19h tel.21 442 6691

ainda com Mário Piçarra, agora acompanhado por João Paulo Oliveira

Se é certo que os amigos são para as ocasiões, quero dar-vos conta do comentário publicado no facebook por João Paulo Oliveira, a propósito do cd Claridade de Mário Piçarra:
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10218675879830663&set=a.1242968836856&type=3&theater

Homem da música, creio que a palavra do João Paulo Oliveira é mais abalizada do que a minha. Congratulo-me, pois, por partilharmos a mesmíssima opinião.

Semana da Poesia

Semana pródiga, esta, em homenagear poetas e seus poemas.

Já para amanhã, dia 20, pelas 18 horas, no bar Beer Hunter, em Oeiras (junto à estação de comboios), o grupo habitual dos encontros neste local, confraternizará em torno da figura do companheiro e amigo que recentemente nos deixou: Mário Piçarra.

Depois, no dia 21, terá lugar a segunda Maratona de Poesia de Oeiras, que ocorrerá em vários espaços culturais do centro histórico de Oeiras, em mais de 50 eventos, a partir das 18 horas e até às 24 horas, com organização de José Mendonça – ver mais detalhes em http://www.espacoememoria.org/21-de-marcomaratona-da-poesia-de-oeiras-2019/.

No dia 23, nas Caldas da Rainha, pelas 15 horas, também em comemoração do Dia Mundial da Poesia, terá lugar, na Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha e com organização da Comunidade de Leitores e Cinéfilos das Caldas da Rainha um encontro de que anexo respectivo programa: 

convites
– exposição de aguarelas de Eduardo Barata
– espectáculo do MALTA Grupo de Teatro

Caríssimos, aqui ficam duas sugestões para o próximo dia 02 de Novembro e seguintes (ainda que não coincidentes no tempo) em que estão envolvidos dois amigos – Eduardo Barata e Miguel Partidário – que me merecem confiança e consideração e cuja evolução tenho acompanhado com agrado. Os respectivos cartazes contêm a informação necessária para vos levar a bom porto. Se puderem, apareçam. Creio bem que, num caso como no outro, não dareis por mal empregue o tempo:

O Mar em Nós
– apresentação do meu livro nas Caldas da Rainha
no sábado, dia 13 de Outubro

A convite da Comunidade de Leitores e Cinéfilos das Caldas da Rainha e com sua organização, terá lugar, no próximo sábado, dia 13 de Outubro, pelas 15 horas, na Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha, uma apresentação do meu recente livro de poemas O Mar em Nós


Vem de longe este simpático e amável apoio com que sempre tenho contado por parte da Comunidade de Leitores e de Cinéfilos das Caldas da Rainha, bem assim como a constante disponibilidade de Aida Reis, enquanto responsável desta Biblioteca, que não só tornam possíveis estes eventos, como o fazem com um notável espírito solidário e empenhado, a quem devo, também aqui, lavrar a minha homenagem e agradecimento.

Esta minha apresentação conta, desta feita, com o apoio de David Silva, que acumula os seus afazeres de advogado e poeta, com a circunstância de me honrar com a sua amizade, e que de imediato se disponibilizou para me auxiliar a ultrapassar este momento sempre de alto risco… pois não é impunemente que alguém se afoita a publicar poesia num mundo tão politicamente prosaico.

A sessão contará, também, com a participação especial do Sexteto 5+1, agrupamento composto por seis jovens (5 Clarinetes e 1 Saxofone-Tenor), elementos efectivos da Orquestra Nacional de Sopros da Banda Filarmónica e da Orquestra Juvenil de A-dos-Francos, com quem tive já o gosto de partilhar espaços e circunstâncias outras, pelo que vos posso assegurar que o tempo que destinareis para as ouvir não será tempo desperdiçado. 

Lá conto, então, com a vossa presença. As Caldas da Rainha estão a um pulinho de tudo quanto é sítio e é, por sua vez, sempre um sítio digno de visita.

Até lá.

qual gourmet qual carapuça…!

Então, a coisa é assim:

Sardinha da boa – sim, que neste altura é muito melhor do que nos santos…. – grelhada a preceito, isto é, sem nada mais do que uma pitada de sal e bastando-lhe duas voltas na grelha.

O vinho pode ser verde branco, estupidamente gelado, como se diz na canção.

O preceito da sardinha recomenda, sem imposições, que o animal repouse em fatia de pão (saloio, de forno a lenha e sem os imensos buracos que se tornaram hábito…) no momento da degustação. Assim, o faneco vai ficando impregnado do mais suculento que a sardinha nos reserva, bicho após bicho.

Trata-se, após a última sardinha, de levarmos o pão aos restos do grelhador e deixá-lo, por lá, alguns minutos, até adquirir a consistência de uma torradinha matinal.

Depois, com a maior volúpia  e o que resta do vinho verde, fazer-lhe as devidas honras. Gourmet para quê?

Foi, decerto e também, a pensar num faneco assim afeiçoado que o Camões nos disse que melhor é experimentá-lo que julgá-lo