celebremos o 44º aniversário do 25 de Abril de 1974

No próximo dia 25 de Abril, a partir das 10 horas da manhã, a EMACO, em organização coadjuvada pela Associação dos Antigos Alunos do Liceu de Oeiras e com a colaboração de MAPA Associação Cultural e da Biblioteca Operária Oeirense, levará a efeito uma sessão evocativa do dia 25 de Abril de 1974, celebrando o 44º aniversário do dia inicial, inteiro e limpo em que emergimos da noite e do silêncio(…), como tão bem o definiu Sophia.

A sessão terá lugar no auditório da Escola Secundária Sebastião e Silva (antigo Liceu de Oeiras). Vejam a aliciante programação no cartaz:

Respiga-se da Mensagem que nos chegou da Direcção da Associação 25 de Abril evocativa deste aniversário e que será integralmente apresentada neste evento:

Quando há 44 anos os Capitães de Abril quebraram as correntes da ditadura, resgataram a Liberdade, abriram o caminho ao fim de uma guerra sem sentido e à Paz, e viram o povo português envolver-se profunda e entusiasticamente no processo de reconstrução da felicidade, sentiram-se profundamente realizados na iniciativa a que haviam metido ombros: o sonho de servir o seu povo, ideal maior dos militares, estava a acontecer, a realidade suplantava mesmo os mais ambiciosos sonhos.

A epopeia colectiva viria mesmo a tornar-se um acto único da História Universal(…).

Goa, um poema vivo

No próximo dia 15 de Abril, pelas 15h30, a convite da Casa de Goa e no seu auditório, em Lisboa (à Calçada do Livramento, nº 17) terá lugar uma sessão subordinada ao tema Goa, um poema vivo, na qual, com José Fanha e Ana Freitas, participarei na leitura de poemas alusivos ao tema proposto.

Haverá, também, danças e cantares de Goa – com a participação do Ekvat, bem como uma exposição de desenho, pintura e escultura de três artistas que visitaram Goa pela primeira vez

Programa aliciante – digo eu, com toda a imodéstia – mas porque me parece, na verdade, um aliciante programa, conhecendo como conheço a organização do evento.

Apareçam, pois, que a vossa presença enriquecerá, decerto, o evento.

o Dia Mundial da Poesia
e o 15º aniversário da Comunidade de Leitores e Cinéfilos
das Caldas da Rainha

No próximo sábado, dia 14 de Abril, pelas 14h30, na Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha, celebrar-se-á o 15º aniversário da profícua actividade da Comunidade de Leitores e Cinéfilos das Caldas da Rainha, a par da celebração do Dia Mundial da Poesia.

Para além da programação – que podem ver no cartaz abaixo -, muito me honra ombrear com Isabel Gouveia na homenagem que terá lugar, pelo acompanhamento que sempre demos a esta Comunidade, no seu labor incessante e ao longo já de quinze anos.

Não ficando as Caldas da Rainha logo ali ao virar da rua, não será tão distante assim que não possa contar com a vossa visita para enriquecimento do evento. Apareçam, pois, que a boa recepção está assegurada…

Programa:

Damos a conhecer as linhas gerais do programa da Comemoração dos 15 anos de actividades da Comunidade de Leitores e Cinéfilos, Comemoração do Dia Mundial da Poesia e Homenagem aos Poetas Isabel Gouveia e Jorge Castro, na Biblioteca Municipal e dos principais participantes, No próximo sábado, dia 14 de Abril  na Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha.

A Comunidade de Leitores e Cinéfilos das Caldas da Rainha celebra o seu 15.º Aniversário, a 40.ª Sessão Cultural na Biblioteca, a Comemoração do Dia Mundial da Poesia e uma justíssima homenagem aos Poetas  Isabel Gouveia e Jorge Castro, que, com uma vasta obra literária publicada, são Membros Honorários da Comunidade de Leitores e Cinéfilos, há 15 anos colaboram com a Comunidade em todas as acções culturais e, entre outros prémios, receberam  Medalhas de Mérito Cultural, atribuídas, respectivamente, pelas Câmaras Municipais de Caldas da Rainha e de Cascais.

A sessão, como habitualmente, inclui  Poesia, Canto, Dança e Música, estando já garantida a presença, dos homenageados, Isabel Gouveia e Jorge Castro. Este ano, as participações especiais são, da Orquestra Juvenil da Vila de A dos Francosdirigida pelo Maestro Diogo Esteves, que vai tocar, Castle Hill Overture, de Anne McGinty; The Teempes, de Robert W, Smith; Celtic Air and DanceTequila e Land of Hope and Glory, de Sir Edward Elgar; da cantora e poeta Joana Rodrigues, de Lisboa e  do  Grupo de Dança Super Flash, dirigido pela Coreógrafa Sónia Luís, de Caldas da Rainha, que vai interpretar os temas de grandes clássicos do teatro e cinema musicais, O Fantasma da Ópera e West Side Story.

Também vão participar  os poetas, de Coruche, Ana Freitas, Ernesto Fonseca, Gabriela Rangel, Idália Silva e Maria Augusta Ambrósio; de Carcavelos, Carlos Feio, David Silva e Eduardo Martins e Graça Patrão; das Caldas da Rainha,  os poetas Mena Santos, Maria Portugal e Lucinda Pratas, e pela Universidade Sénior, António Vicente e Victor Duarte. Participam também das Caldas da Rainha, José Nuno Valadas e Rúben Dias. A sessão termina às 17.30 h.

P’ la Comunidade de Leitores e Cinéfilos das Caldas da Rainha

Carlos e Palmira Gaspar

maratona de poesia em Oeiras
– 21 de Março de 2018

Em 21 de Março decorrerá a Maratona de Poesia, em Oeiras, em que também participarei.

Assim, a partir das 18 horas desse dia haverá farta escolha, distribuída por diversos espaços culturais localizados no centro histórico de Oeiras.

Segue o quadro geral, com indicação de horários e respectivos locais, bem como indicação de participantes e temas a abordar.

paisagística efémera II

Aparentemente infindável a capacidade de a beira-mar se mostrar beira-vida, nessa imensa diversidade…

espaço dunar I

espaço dunar II

espaço dunar III

desfocagem virtual

o efémero incongruente (ou a rampa de lançamento ao chão…)

um português, aqui

o equilíbrio sempre possível a-ver-o-mar

chuveirinho intervencionado

  • fotografias de Jorge Castro

paisagística efémera

Basta ter olhos de ver. Ter olhos de sentir. E a realidade transmuta-se nesse olhar. Ela, que sempre ali esteve, reapresenta-se: eis-me aqui. O que queres de mim? Ora, aprecia-me, vista daqui deste lado…

o repouso episódico entre voos e mergulhos

um olhar austero

à sombra da neblina

e o Bugio aqui tão perto

vestígios rupestres na areia com pegadas aleatórias

a navegação sempre atraiu as atenções

o corre-corre diário pelo sustento

todos os passos vão dar à neblina

quatro mosqueteiros com fortaleza ao fundo

há mais castelos na areia

olhos de água alienígenas

o que fica das águas passadas

malhas que a maré tece

impressão reflexiva

esculturas bidimensionais

uma cascata mais pequena do que eu

um só olho de água  – será outro Ciclope?

escultura arenosa com árvores ao fundo

uma baleia? e porque não?

  • fotografias de Jorge Castro