Nas diversas iniciativas promovidas pela Espaço e Memória, articuladas com a minha exposição fotográfica, 25 de Abril ’74 – 52 Anos, teve lugar, em 09 de Maio de 2026, na Casa da Malta (Oeiras). uma visita guiada dedicada à Rede de Cidadania de Oeiras (RCO).
Visita muito participada, para além do autor contei também com o João Paulo Oliveira que cantou Abril, através de poemas de minha autoria. José Fanha brindou-nos, também, com bons momentos alusivos a esta nossa iniciativa.
«No prosseguimento das diversas iniciativas desenvolvidas em torno da exposição com o mesmo nome, a Espaço e Memória – Associação Cultural de Oeiras tem a honra de convidar os seus associados e amigos para esta apresentação do livro «Há Sempre Alguém Que Diz Não – A Oposição Estudantil à Ditadura no Ensino Secundário de Lisboa – 1970/1974», que ocorrerá na Torre do Tombo, em Lisboa, no próximo dia 18 de Junho, pelas 17h30.»
E lá estarei, contribuindo para que não se apague a memória…
Foi já no passado dia 05 de Abril a inauguração da minha exposição «A Vida Saiu À Rua Num Dia Assim» que ocorreu na Biblioteca Municipal de São Domingos de Rana e de que vos deixo algumas imagens da autoria de Lourdes Calmeiro. A exposição estará patente ao público até 04 de Maio próximo.
Será, entretanto, no próximo dia 27 de Abril, pelas 16 horas e no mesmo local que será apresentado o livro que esteve na origem desta exposição e que leva o mesmo título.
Contarei com a presença do historiador Joaquim Boiça – que também prefacia o livro – para me apoiar nesta demanda e haverá canções de Abril com João Paulo Oliveira… e quero contar convosco!
Dia 05 de Abril, pelas 18h30, na Biblioteca Municipal de São Domingos de Rana
E, de súbito, era Abril. Um apelo circunstancial e oportuno colocou-me próximo do Terreiro do Paço, no dia 25 de Abril de 1974… e com uma máquina fotográfica na mão.
Desse dia até ao primeiro de Maio do mesmo ano, passeei pelas ruas da cidade, agora carregadas de futuro, tal como o poema de Celaya.
Essas memórias fotográficas, registadas por um fotógrafo amador que nunca deixou de o ser, vão estar finalmente expostas, em boa parte, a partir do dia 05 de Abril, pelas 18h30 e até Maio, na Biblioteca Municipal de São Domingos de Rana e muito gostaria de contar com a presença de quem queira e possa.
Esta exposição integra-se num conjunto de iniciativas que levam o título de A Vida Saiu À Rua Num Dia Assim – em homenagem a José Afonso e a essa efeméride maior das nossas vidas – de que fará parte, também, a publicação de um livro com o mesmo título (que reúne cerca de trezentas imagens).
Estas iniciativas – que irei por aqui anunciando – contam com o apoio da Espaço e Memória – Associação Cultural de Oeiras, a que pertenço, da Câmara Municipal de Cascais e da Câmara Municipal de Oeiras.
Para que não se apague a memória nem se reescreva a História por ínvios caminhos e, enfim, por Abril, sempre, conto convosco!
Para memória futura, a nossa evocação/homenagem a Natália Correia, na Biblioteca Municipal de São Domingos de Rana (a quem se agradece o convite e a disponibilização das instalações), sessão que correu muito bem, sim, senhores, e que teve uma casa completamente cheia!
Apresentação de Irene Cardona
Canções por João Paulo Oliveira
Poemas por Jorge Castro
… e a presença constante de Natália Correia.
Fotografias de Lourdes Calmeiro e de Carlos Ricardo.
Para os que estiverem por perto, na geografia ou nos afectos, divulgo, hoje, uma iniciativa em que participarei, no próximo dia 15 de Outubro (sábado), pelas 15 horas, na Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha:
– Esta sessão, organizada pela Comunidade de Leitores das Caldas da Rainha, terá como objectivo a divulgação do meu recente livro «Isto, Agora, São Outros 70…».
Para além da apresentação, a meu cargo, com projecção simultânea das imagens que constituem o livro, a sessão será iniciada por um concerto do Quinteto de Sopros de A-dos-Francos (integrado por elementos da Banda Filarmónica de A-dos-Francos).
De seguida e com a sempre muito prestimosa colaboração do cantor e meu amigo João Paulo Oliveira, faremos ambos uma homenagem a Adriano Correia de Oliveira, entre poesia e canto.
Aos que puderem, quiserem e, assim, aparecerem… lá vos espero. Para todos, esses e os outros, cá fica o meu abraço.