Sendo este um espaço de marés, a inconstância delas reflectirá a intranquilidade do mundo.
Ficar-nos-á este imperativo de respirar o ar em grandes golfadas.
fotografando o dia (144)
ventos de Maio
visitas papais, pontes a mais e outras coisas anormais
na FreeZone
Pelo meio de todas estas virtualidades pouco ou nada virtuosas, onde nos fica a problemática da couve portuguesa? Sim, isso mesmo, aquela que nos enriquece o cozido.
É que à força de ouvir tantos gurus do mercado a venderem a nova (?) banha-da-cobra, sem açúcar nem afecto, desestabilizando-nos o dia com o tormento da catástrofe de bancarrotas anunciadas dia-sim, dia-não, dou por mim sem saber se o nosso querido cozido à portuguesa há-de levar a bela couvinha ou, pelo contrário, face à crise não será de o fazer acompanhar, por monomania dos tais imperativos de mercado, com o movimento bolsista, ou com um novo diktat de uma qualquer agência especializada em rating…
… O restante por lá fica, se vocências quiserem dar-se ao trabalho de me honrar com a vossa leitura.
outras aventuras…
A tempo, para quem possa e queira, teremos uma sessão no dia 29 de Abril, no Santiago Alquimista (à Sé), em Lisboa, pelas 18 horas.
Abril sempre
com saudades do futuro
Porque Abril se confunde, nas minhas memórias, com as canções do Zeca, constituindo um todo indissociável e simbiótico, aqui fica o fundo musical necessário… e urgente.
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Vejam, também, AQUI o artigo de Pedro Laranjeira, na FreeZone, com fotografias minhas, inéditas, de 25 de Abril de 1974.
no Dia Mundial do Livro
V aniversário da
Biblioteca Municipal de Cascais
de São Domingos de Rana
comemorações do dia mundial do livro
Recomendo vivamente:
o mentiroso, o coxo e o Zé Povinho…
– novo artigo na FreeZone
































