Sendo este um  espaço de marés, a inconstância delas reflectirá a intranquilidade do mundo.
Ficar-nos-á este imperativo de respirar o ar em grandes golfadas.

há sempre outros natais

do Natal perdi o jeito de o trazer junto ao peito
num abraço de família
dou por ele num canto estreito cheio de compras a eito
o que atrapalha a mobília

um Natal de facebook a desdobrar-se no truque
de ser fácil de gostar
gostar a torto e a direito clique dado a preceito
que nada custa a «clicar»

o Natal da hipocrisia onde damos demasia
para matarmos a fome a alguns só por um dia
que alimenta a mordomia
de quem tudo tem e come

o Natal primordial
raiz de cada reinício
das festas do solstício
esse sim será Natal

onde o eterno retorno
o culto da Terra-Mãe
com os amigos em torno
nos prova sermos alguém

Natal seja este o nosso brindado como quem diz
que sou feliz quanto posso
e sou feliz quanto quis de braço dado com o vosso
este meu Natal feliz.

Jorge Castro

com votos de boas festas
e alento novo para encarar 2014,
também o Natal é o que um poema trouxer…

Que seja, então este o meu melhor voto a quantos fazem o favor de me visitar: que tenham artes de reinventar o presente, alento e ânimo para encarar o futuro, sacudindo as funestas grilhetas dos medos e da inacção. O futuro vem aí, quer queiramos, quer não… Melhor, então, encará-lo de frente, mostrando que somos gente e, ainda mais do que isso, todos juntos somos nação.
 Por aqui e junto de tantos afectos, cumprimos a 92ª sessão das Noites com Poemas.
Como sempre, o abraço de boas vindas aos que se disponibilizaram a aceitar o convite para enriquecerem com a sua presença estes nossos encontros…
… e, desses, um especial abraço a José Colaço e com ele aos Estrelas do Guadiana com quem, em boa hora, temos vindo, uma e outra vez, a cruzar caminhos, dando corpo e voz às palavras na dolência única do cante alentejano.

Dolência que a todos embalou através da magia que nos transporta, intrépida por vezes, combativa, meiga tantas vezes, ou brejeira, de uma alegria contida a que, se me permitem a fraqueza de uma confissão, não encontro formas de resistir.

E, depois, a cadência fraternalmente abraçada, a entoar cânticos de muitas vozes unidas num só sentir… Ah, só nos faltou mesmo a paisagem alentejana em fundo. Ainda que, para quem quisesse semicerrar os olhos, nem isso lhe faltaria.

Logo a seguir, num contraste ainda assim preenchido pelas cumplicidades que a música acarreta, o violinista Luís Morais, acabadinho de chegar de Viena de Áustria, com a presença de quem já tivemos oportunidade de contar, sempre em inesqueciveis momentos, presenteou-nos com a sua mestria e virtuosismo, com trechos de música erudita.  

De personalidade simpática mas discreta, tanto quanto arrebatador é o seu desempenho, Luís Morais encheu a sala e preencheu-nos o espírito…
… escandalizando quem o ouviu pela primeira vez, por esse elementar facto, tão nosso conhecido, de não serem divulgados os grandes valores culturais do país. De facto, o desconhecimento da existência e da obra de gente portuguesa desta estirpe, só nos empobrece. E, por vezes, irremediavelmente!
Grande Luís! Por aqui, meu caro, terás sempre o tempo e o espaço que te são devidos… por nossa causa e para nosso gáudio.
Logo mais, alguns dos amigos mais fiéis e constantes, a dizerem presente, com o tal poema que nos trouxesse os diversos e desvairados modos do Natal:  
– João Baptista Coelho
– Carlos Pedro
– Tina
– Rosário Freitas
– Eduardo Martins
– Ana Freitas
Francisco José Lampreia
– Maria Maya
– José Colaço (Um abraço, grato, pela distinção…)
– Emília Azevedo
E, após outra notável audição da arte de Luís Morais, chegou a hora de anunciar encerramento da sessão, não sem que antes se cumprisse um passeio pelo bolo-rei e vinho do Porto, a compõr os corpos dos espíritos bem preenchidos.
Um passeio também por algumas originalidades editadas pela Apenas Livros e, como tantas vezes acontece nestas sessões…

… mesmo já passada a festança, permanece o convívio. Desta feita, com belas vozes na sala, rapidamente se organizou um despique de cantorias de encantar…

… e lá fomos ficando, sem vontade de terminar o que sempre começamos!

Que as nossas vozes, enfim, nunca nos doam nestes caminhos fraternos.

– Fotografias de Lourdes Calmeiro

Por fim… não comprei nada este Natal e, ainda assim, vou oferecendo sempre qualquer coisa, o que me traz invariavelmente riquezas acumuladas, que nem sei onde guardar no armário dos afectos. Felizmente, não tem portas este armário…

Votos meus, para quantos por aqui passem, de boas festas e de um ano de 2014 em que saibamos sempre de nós, quem somos e porque somos, celebrando a vida também pela voz do poeta José Gomes Ferreira ao dizer-nos que penso nos outros, logo existo.

Quanto ao mais, rabanadas, filhós e azevinho, feitas e colhido pelas nossas mãos, mais presépio menos presépio, alguns minutos dedicados a acender as nossas memórias, principalmente as que nos chegam dos lugares não preenchidos em redor das nossas mesas, com um brinde a todos… de preferência com um vinho português, pois que não há-de haver gosto como o nosso!

no 10º aniversário destes Sete Mares
Natal é o que um poema trouxer…

Pois é verdade, pela mão da uma jovem amiga, a inesquecível Thita, que considerava ser eu um sujeito que devia blogar e que me ofereceu, perto do Natal de 2003, íamos pelo seu dia 15 de Dezembro, o blog Sete Mares prontinho a usar, eu fui na conversa dela… e bloguei! Até hoje, partilhando um pouco de tudo com quem me visita no que continuo a considerar ser um enorme espaço de liberdade. Grato sempre pelas vossas visitas e nelas irremediavelmente interessado.

Um grande abraço a todos, natalício também, como é da época, com votos de um novo ano em que os nossos passos nos levem por melhores caminhos que os Passos que têm sido dados…

E, em jeito de prenda, cá fica o meu convite para a próxima Noite com Poemas:

Natal é (também) quando o poema quiser ou, até, quando um poema o disser.

Como habitualmente, na Biblioteca Municipal de Cascais – São Domingos de Rana (Bairro Massapés, em Tires), no dia 20 de Dezembro de 2013 (sexta-feira), pelas 21h30. 

Contaremos com o já nosso bem conhecido grupo de cante alentejano Estrelas do Guadiana, com cânticos de Natal, cheios de sotaque, afecto e intenção, para nosso encanto.

Contaremos com o violinista Luís Morais, também já nosso bem conhecido, desta feita em interpretação a solo, que no curto espaço disponível de uma sua passagem por Lisboa e de regresso a Viena, se disponibiliza, muito amavelmente, para nos trazer esta magnífica prenda natalícia.

Poemas, desta feita «apenas» terão cabimento os que nos trouxerem um qualquer Natal. Mas queremos contar com quantos amigos nos animam com a sua presença.

Depois, haverá um bolo-rei e alguma bebida cheia de espírito, a acompanhar e a conjugar-se com este convívio, contrariando o expectável frio da noite e dos dias. O abraço é garantido e complementará a nossa costumeira arte do encontro.
Nós esperamos sempre e contamos com todos, advertindo, entretanto, que a riqueza deste nosso espaço depende em absoluto do contributo de cada um. Mas isso já todos sabem…

a Nelson Mandela

o dia da libertação de Nelson Mandela

Madiba – mais além da morte impura
Além mais da tua vida que ofereceste
Nada é maior que tu nessa aventura
Do exemplo tão maior que nos legaste
Em tuas mãos nasce enfim um homem novo
Liberdade foi o nome que lhe deste
A Humanidade toda una e um só povo!

– Jorge Castro, em 05 de Dezembro de 2013

 

as canções da nossa liberdade

– um outro poema de referências, como agradecimento a João Balula Cid e aos seus (nossos) amigos em sessão memorável das Noites com Poemas

as canções da nossa liberdade
são da cor das madrugadas da vida
no acaso tanta vez feito vontade
por valer uma esperança enfim cumprida

são da cor de um olhar ao mar aceso
são o brilho desse olhar na noite escura
são raiz do pensamento enfim coeso
são as mãos da paz da guerra e da aventura

as canções da nossa liberdade
são aquelas soltas no vento que passa
alvoroço contra o medo e sem idade
de haver sempre uma candeia na desgraç
uma luz algum farol o olhar ardente
essa bola entre as mãos de uma criança
que saltita alegre e viva à nossa frente
e por saber ser assim livre é cor da esperança

hão-de ser para alguns um leme inteiro
o velame que impele a nau premente
esse grito que nos rasga o nevoeiro
quando o tempo de mudança é mais urgente

as canções da nossa liberdade
são a carne viva feita de emoções
cada nota cada estrofe que em nós arde
incendeia aqui e agora os corações
a crescer entre o peito e a garganta
a valer de pena e espada que acontece
quando a noite se finou e amanhece
nesse querer voar que sempre se agiganta
na invenção do amor que nunca é tarde
inteiro e limpo
o dia que enfim canta
as canções da nossa liberdade

e por ser assim
e assim nos valer a pena
nas canções da nossa liberdade
o povo é quem mais ordena.

– poema de Jorge Castro

as canções da nossa liberdade
– com João Balula Cid e amigos

Lá fomos – e tantos fomos! – ouvir, ver e cantar as canções da nossa liberdade. Aquelas palavras rodeadas de música por todos os lados que são, tantas vezes, as nossas ilhas de referência, os pilares de sanidade mental mesmo na noite mais triste, em tempos de solidão, de que nos falava um poeta noutra dessas canções.

Na grande sala, tornada exígua por tanta participação, e à hora
aprazada, fizeram a sua entrada os Estrelas do Guadiana, grupo de cante alentejano que nos vai
sendo sobejamente conhecido…

… e que se integrou na festa, dando o mote, com interpretações bem marcadas como O Hino do Mineiro ou a incontornável Grândola, Vila Morena.

Também com eles se iniciou a participação activa, em coro alargado a quantos quiseram unir vozes para nos aquecer a noite e o espírito.

Chegou, logo depois, a vez de dar entrada ao nosso convidado da sessão, João Balula Cid, pianista e compositor e o tanto mais que vem fazendo da vida…

… e que, no caso, nos presenteou – como tive oportunidade de referir – com a extensão do desafio a um cordão de afectos que, correspondendo ao singelo apelo da amizade, se disponibilizaram, com ele, a proporcionar-nos uma belíssima noite evocativa… 

… de três momentos d’As Canções da Nossa Liberdade: o período imediatamente anterior ao 25 de Abril, os cânticos da Democracia conquistada e, por fim, as canções dos dias de hoje.

Excelente anfitrião, para além dos seus dotes musicais consabidos, João Balula Cid foi-nos apresentando aqueles que nos acompanharam em mais uma memorável sessão das Noites com Poemas…  Porque foi, na verdade, mais uma memorável sessão das Noites, nem sei que outro adjectivo melhor a ilustre.
E foram, então, estes os amigos que o acompanharam, para nosso enlevo:

–  Henry Sousa (baterista)

Nelson Oliveira (viola-baixo)
Ambos integrantes do trio de João Balula Cid.

Doris Himmer, com arrebatadas e arrebatadoras interpretações de canções já nossas, 
como A Desfolhada ou A Tourada.

Nuno Gomes dos Santos, a sublinhar, relembrando, através de notáveis poemas de sua autoria, a importância da palavra nas canções da nossa liberdade…

… a que deu cor e forma, partilhando connosco vários temas musicais de sua autoria …

… de braço dado com Sandra Costa, nóvel voz com muito ainda para virmos a conhecer, mas de quem colhemos já belo efeito…

… e que ajudou a transportar-nos, pelas canções fora, até aos nossos dias.

Nós todos – e éramos bem mais do que alguns… – íamos enchendo a alma com essa ideia peregrina e, ainda assim, de tanta consistência de que a canção é uma arma, conceito que aí está para durar, como se ia provando, a cada passo dado nesta noite.

José Fanha, com o sempre renovado fôlego, carreando esse veículo dos afectos, mas também de combate, em forma de poema, que é seu apanágio.

Palavra a palavra, as palavras ditas foram-nos percorrendo, despertando emoções, desvendando segredos e tornando-nos melhores seres viventes.

Carlos Alberto Moniz trouxe-nos a sua proverbial bonomia, lúcida e clara, 
de um sorriso à flor da pele, mas um sorriso digno de ser vivido.

E, caros amigos, gente assim, sempre a saber estar para nosso desfrute, 
enche invariavelmente uma sala e enche-nos inevitavelmente o coração.

Quase a finalizar, a evocação a José Afonso. E, sim, vieram mais cinco juntar-se uma outra vez a todos, tornando impossível quantificar que bem ali se estava…

… mas com a certeza de que esses cinco se multiplicaram por muitos.

Em conclusão e a pedido de quantas famílias e, até, de elementos soltos que por ali se encontravam, sem arredar pé, «obrigámos» o nosso convidado João Balula Cid – que acompanhara ao piano, de fio a pavio, cada intervenção – a presentear-nos com uma interpretação a solo…

… de impulso irresistível, na hora do farto aplauso, em pé e por claríssima unanimidade!

Um tempo breve para informação sobre a obra discográfica de João Balula Cid, disponível na sessão…

… a oportunidade circunstancial para reencontros, autógrafos e demais abraços… 

… e, até, para amizades novas.
Não, não! Não foi bonita a festa, pá. A festa É sempre bonita! 
Um grandíssimo agradecimento a todos, uma outra vez e sempre, a começar pelo João Balula Cid que teve artes de nos proporcionar este encantamento.
Uma palavra final de agradecimento à Junta de Freguesia de Carcavelos-Parede, que, através das Noites com Poemas, quis ofertar os dois volumes da obra Carcavelos dos Cinco Sentidos a cada participante.



– Fotografias de Lourdes Calmeiro e de José Freitas

as canções da nossa liberdade
nas noites com poemas

A título muito excepcional, a nossa próxima sessão das Noites com Poemas terá lugar na QUARTA-feira, dia 20 de Novembro, pelas 21h30, como habitualmente na Biblioteca Municipal de Cascais, em São Domingos de Rana (Bairro Massapés, em Tires). Esta situação excepcional decorre da impossibilidade de podermos contar com os nossos convidados em qualquer sexta-feira, por afazeres profissionais – e está tudo dito e explicado.

Mas o momento será único e mal estaríamos se não o aproveitássemos condignamente. Vejamos:

O tema será: As Canções da Nossa Liberdade. Os convidados: João Balula Cid, Nuno Gomes dos Santos, Manuel Loureiro e amigos.

Amigos que trarão à Biblioteca alguns daqueles bons momentos em que pela música é que vamos, abraçando as palavras que dão mais sentido à Vida. E o cordão dessa amizade é imenso e tão intenso que poderá passar pelo Vitorino, pelo Carlos Mendes, pelo José Fanha, pelo Carlos Alberto Moniz, pelo Nuno Nazareth Fernandes, pelo… enfim, neste sequência arbitrária melhor será por aqui ficar, para evitar alguma sobrecarga emocional.

Como se não bastasse, os Estrelas do Guadiana garantirão a abertura com o cante alentejano de que são especialíssimos cultores. E mais canções virão à liça…

Canções essas que nos deram, um dia, a mão e a alma e nos acompanham, vida fora, sempre novas, sempre urgentes, com essa notável intemporalidade a que alguma Arte tem artes de saber guindar-se.

A poesia cantada, que nos encanta, e transportada ao colo por quem sabe da poda, nesta vindima tão árdua dos dias.

Necessariamente, a não perder – digo eu que sou suspeito! E contando sempre com a vossa presença, claro, para que o concerto universal melhor se cumpra.

com os 15 Anos de Pintura de Ana Camilo

Houvera já a inauguração da exposição dos comemorativa dos 15 Anos de Pintura de Ana Camilo, muito digna e merecedora de um olhar cuidado, para além de excelentemente concorrida, no passado dia 02 de Novembro, na Junta de Freguesia do Estoril (ou Cascais-Estoril, se preferirem…).
A convite da autora e integrada nas acções que acompanham a vida desta exposição, propus-me convocar um grupo de amigos  para organizar uma sessão de poemas, com o mote:
Um grupo de poetas das Noites com Poemas celebra a Pintura de Ana Camilo sob a forma de poemas, em comunhão e convergência de estéticas
À guisa de apresentação, assim ficou dito:
Um grupo de amigos, uns mais antigos, outros mais
recentes, foram-se descobrindo em redor da poesia, em sessões mensais a
que chamamos Noites com Poemas e que ocorrem na terceira sexta-feira de cada mês na Biblioteca Municipal de Cascais de São Domingos de Rana.  

Foram trazendo, em cada sessão, o melhor de si que cada um
cria ou inventa para partilhar com os demais em forma de poema e, assim,
foram constituindo um corpo. Mas um corpo diversificado, onde a
personalidade criativa de cada um sobressai e se afirma sem sobressaltos
de qualquer colectivismo inibidor – que, no caso, nem fará sentido e
desvirtua, até, o espírito matricial destes encontros.

A liberdade é, pois, a palavra de ordem e a bandeira que muito nos apraz empunhar. E é a diversidade que nos enriquece.

É,
pois, neste espírito de partilha, cultivado aqui com alguns dos que dão
forma a este corpo, que nos disponibilizamos, de bom grado, a cruzar
caminhos com a Ana Camilo
e a sua Pintura, entrelaçando experiências que, uma vez mais, na
multiplicidade de géneros pessoais e artísticos, a todos enriquecerão.

Os poemas que traremos versarão a Pintura através das
palavras, consoante os olhares de cada autor. Ou, dito de outro modo e
interrogativamente, como mostrar em palavras o que a Pintura nos
suscita?

E estiveram, de corpo e alma, neste projecto: 
 – Eduardo Martins
 – Ana Freitas
 – Francisco José Lampreia
 – Luís Perdigão
 – Jorge Castro e Ana Camilo em passeio pelo «parque de pintura».
– A anfitriã e os participantes…
… aqui acompanhados por outras amizades, imprescindíveis à organização do evento.
Parabéns, Ana, e boa porfia! Quando precisares de nós, já sabes: andaremos por aí…
– Fotografias de Lourdes Calmeiro

a Ana Camilo, pintora, informa:

Podia apresentar-lhe 15 boas razões para passar este fim-de-semana pela Galeria de Arte da Junta de Freguesia de Cascais e Estoril, e visitar a minha exposição “15”, mas basta apresentar 2: Poesia e Teatro.

Convidei uns amigos talentosos que nos vão surpreender com duas noites culturais inesquecíveis:

8 Novembro, sexta-feira21h | Sessão de Poesia – “15 anos de pinturas em telas e poemas”

Sessão de descoberta e partilha poética, onde a personalidade criativa de cada autor/a sobressai e se afirma, num exercício de liberdade e criatividade, que nos conta em palavras os 15 anos de pintura e arte.

Ana Freitas, Eduardo Martins, Francisco José Lampreia, Jorge Castro, Luís Perdigão, são um grupo de amigos, uns mais antigos, outros mais recentes, que se foram descobrindo em redor da poesia, em sessões mensais: as Noites com Poemas que ocorrem na terceira sexta-feira de cada mês na Biblioteca Municipal de Cascais de São Domingos de Rana.

9 Novembro, sábado21h | Performance Teatral “Um Homem de Negócios”

Quando o trabalho assume a centralidade da vida de alguém, este esquece tudo o que o rodeia. Até ao dia em que o despertar dos laços familiares o fazem mudar de atitude, abandonando a escuridão em que vivia. Manuel Maduro, actor e encenador amador já representou e encenou vários trabalhos. Desenvolve o seu trabalho em quatro espaços diferentes, envolvendo cerca de 46 atores/atrizes amadores/as, todos/as unidos/as pelo amor ao teatro. Grupo “Os Padurar.

Apareça, vou estar por lá!

Todas as coisas têm o seu mistério
e a poesia
é o mistério de todas as coisas
– Federico García Lorca

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