Sendo este um espaço de marés, a inconstância delas reflectirá a intranquilidade do mundo.
Ficar-nos-á este imperativo de respirar o ar em grandes golfadas.
outro dia intencional da Mulher
a mulher
que coisa doce
que parte macia trouxe
o mistério do universo
e como querem que a deixe
neste espaço sem espaço
na pobreza de algum verso?
das roliças
das magrinhas
das altas
das pequeninas
cada uma tem seu quê
umas e outras mais belas
cintilantes quais estrelas
ao olhar de quem as vê
já nos trazia um poeta
a mulher amante
amiga
a mãe que nos aconchega
a irmã que nos abriga
mas há outras mulheres mais
a que nos mói a cabeça
a que nos dói que aconteça
a que nos traz na barriga
a que é melhor que anoiteça
a que nos lava a fadiga
a que nos suporta os ais
a mulher
sempre sublime
quando algum peso oprime
um homem com dores demais…
– Jorge Castro
reflexão (algo mórbida, convenhamos…)
Restará aos sobreviventes apurar, também, quando o processo histórico o permitir ou aconselhar, se depois de salvos os anéis, não teremos todos ficado manetas.
Ah, este é que é o Paul Krugman? Ora, bolas…
viva José Afonso!
noites com poemas
– cruzando mares
Mas chegam sempre os que nos chegam. E bastam-nos se, no fim, deles querermos ainda mais…
convite
noites com poemas
Zambeze e Tejo irmanados – cruzando mares
poemas na vila
em Coruche com Ana Freitas
quotidiano delirante (11)
– breves, muito breves reflexões aleatórias…
E ñem sei se estou a ser piegas ou se estou a ser pessimista em demasia. Mas estou, seguramente, a reflectir aquilo que uma misérrima mão-cheia de políticos de pacotilha anda a fazer.
almas que não foram fardadas
de Rogério Pereira
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