Sendo este um  espaço de marés, a inconstância delas reflectirá a intranquilidade do mundo.
Ficar-nos-á este imperativo de respirar o ar em grandes golfadas.

Deana Barroqueiro
e os corsários dos sete mares
nas noites com poemas

Destino incerto, de coordenadas variáveis, em périplo e navegações por vidas percorridas ao sabor (e ao saber) dos sete mares e das sete partidas do mundo, esta a expectativa sobre a sessão das Noites com Poemas que contou, como convidada, com Deana Barroqueiro, escritora e investigadora, sendo que, neste caso, a ordem dos factores não é arbitrária, mas antes o corolário lógico da interacção entre o acto de escrever e a infindável pesquisa de quem pretende dar a cada romance o primado do rigor histórico.  
Foram dadas as boas vindas da praxe a toda a equipagem, introduzindo convidada e tema da sessão…

… com o apoio de Carlos Peres Feio que promoveu uma sucinta quanto amável apresentação de Deana Barroqueiro

Logo mais, partimos em viagem pelos sete mares…

… conduzidos através do empolgamento de quem cumpre uma missão, determinada e plenamente consciente do objectivo a que se propôs. Ainda que não menos consciente das vicissitudes da jornada. 

Deana Barroqueiro, vivíssima e inquieta, comunicadora eficaz e convincente, trouxe-nos alguns pedaços do mundo que calcorreou para sustentação da sua obra, partilhando saberes e momentos saborosos… 

… que teve artes de descortinar no seu afã de entender e dar a conhecer a pegada de gesta portuguesa dos Descobrimentos, mormente durante o reinado de Dom João II, em conhecimentos que sedimenta numa já extensa obra publicada.

A sala, como sempre, bem composta e participada… 

… colheu com inegável interesse as histórias da História que a autora nos ia fazendo chegar… 

… revelando-se o tempo por demais escasso para um tão imenso manancial de conhecimentos.

Por fim, dispôs-se a nossa convidada a trocar impressões com quem pretendesse esclarecer uma situação ou uma dúvida…

… ao que, também como sempre, houve quem aproveitasse bem tal disponibilidade.

Concluída a primeira parte e dando direito a um tempo de respiração devido a quem tanto se esforçara, dando de si muito para além do que poderíamos esperar…

… foi por mim aberta a sessão de poemas, momento em que tentamos sempre retribuir a cada convidado a dádiva que acabámos de receber.  E, até ver, creio poder assegurar que essa retribuição tem colhido bom sucesso. 

– Mário Piçarra

– Jograis do Atlântico (Edite Gil e Francisco Félix Machado)

– Maria Maya

– David Zink

– Eduardo Martins

– Francisco José Lampreia

– Ana Freitas

– João Baptista Coelho

– Carlos Peres Feio

– David José Silva

– Rosário Freitas

– Ana Freitas (… também)

– Jorge Castro

– Maria João
– Emília Azevedo

Estendida a noite, entrávamos bem pela madrugada dentro quando chegou o momento de convívio aberto e de autógrafos…

… que, afinal, também nos torna mais próximos – a actuantes – muito para além da mera e despersonalizada formalidade de ocasião.
Alguém me contradirá se vos disser que se tratou de mais uma sessão memorável, para gáudio de todos?
– Fotografias de Lourdes Calmeiro

Os Corsários dos Sete Mares, eis o estimulante tema que nos propõe Deana Barroqueiro, a nossa convidada para a sessão de 15 de Junho de 2012 (sexta-feira), pela 21h30, como sempre na Biblioteca Municipal de Cascais – São Domingos de Rana.
Odisseia marítima dos aventureiros que, ultrapassando a dimensão de portugueses, desfizeram mitos e se fizeram História de inúmeras nações que os mares banharam: Bartolomeu Dias, Pêro da Covilhã, Fernão Mendes Pinto, Martim Afonso de Sousa e tantos outros. De tanto se propõe, então, a autora falar-nos, contando as histórias de que a História se faz. 
Sobre a própria, vos proponho eu uma visita ao seu espaço: http://deanabarroqueiro.blogspot.pt/, de onde respiguei o que se segue: 
DEANA BARROQUEIRO é autora de numerosos romances inspirados em conhecidos personagens da História. A sua pesquisa minuciosa leva-a a recriar com riqueza de pormenores os ambientes onde se passam as histórias, fazendo com que seus leitores viajem no tempo e no espaço e vejam o mesmo que o aventureiro viu, observem a estranheza dos lugares e costumes, sofram a mesma surpresa e o medo dos heróis, ouçam os mesmos sons, cheirem e saboreiem as mesmas iguarias…
Quanto a obra feita, sugiro uma espreitadela aqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Deana_Barroqueiro.
O convite está feito. Uma vez mais, creio poder assegurar-vos um momento bem passado, um encontro de afectos, um tempo de reflexão e conhecimento. 
De todos espero, como sempre, o peito aberto à poesia, essa de que a Vida (sim, essa mesma, com maiúscula!) se faz. 

fotografando o dia (167)

o som do batente ecoa na casa vazia
na pintura ressequida
na madeira coberta de desencanto
mas resta por ali uma harmonia
que nos chega de uma história já esquecida
onde coube tanta vez o riso e o pranto  

– fotografia e poema de Jorge Castro

não sei por onde vou, mas sei que não vou por aí…

José Régio e o seu Cântico Negro são referências que me ocorrem ao olhar para a linha evolutiva de Portugal, de há uma trintena de anos a esta parte, cruzando essa observação com as discursetas que nos chegam do poder e dos poderosos e com a realidade que apuro de uma imensidão de testemunhos directos daquilo que poderia chamar-se de «amargura de viver».
Entretanto, o circo. Ele são os concertos inundados de futilidades, os futebóis que continuam a «arrastar multidões» – ainda que mal se apure para onde é que elas estão a ser empurradas – e os seus rios inesgotáveis de dinheiros públicos, os bancos alimentares contra a fome e em favor dos possidentes, as galas do espavento em favor dos possidónios, que nos são impingidos entre profundos decotes e não menos profunda vacuidade.
A par disto, a falta do pão, a miséria do estado para onde se está a levar o ensino público, a saúde pública e tudo que é público, afinal, perante um quase pasmo alheamento dos cidadãos.
E quando, por fim, uma reacção surge – veja-se como exemplo a luta dos professores contra as Marias de Lurdes Rodrigues do nosso descontentamento -, logo ela se torna inconsequente e esvaziada de conteúdo perante a falta de apoio sustentado por organismos de cariz social que sejam capazes de desfraldar a bandeira da cidadania, de modo um pouco mais consequente, mais parecendo que somos todos um rebanho ordeiro e acarneirado, felizes por termos os cães que temos e que nos mordem os artelhos para nos manter no redil, por mais virtual que este seja.
Logo mais, ao descobrirmos que os cães são, afinal, lobos, chacais ou hienas, damos tudo de barato à conta da desgraça do destino no tom dolente de algum fado.
Traímos uma geração e hipotecámos o futuro com a ligeireza, insensibilidade e violência de um gang mafioso; permitimos que o Estado – que somos nós! – seja o principal mentor e factor da mais despudorada, vil e criminosa desregulamentação de todo o «estado de direito» em que alegadamente vivemos, do «estado democrático» que alegadamente constituímos, onde direito e democracia são meras palavras esvaziadas de conteúdo na rudeza clara e bruta do dia-a-dia.
Abandonámos os nossos velhos, condenando-os ao martírio da solidão e da exclusão social – e carpimos hipócritas lágrimas de crocodilo por isso –, expulsámos os nossos jovens com o paleio reles e desconsiderado da «busca das novas oportunidades» em solo estrangeiro, numa invocada nova gesta da diáspora, mas agora sem caravelas; zurzimos a «classe média» – leia-se o trabalhador por conta de outrem, os poucos que ainda têm algo a perder – com a mais abjecta subversão das regras laborais, em particular, e sociais, em geral.
Alinhamos em todo esse circo, impávidos e colaborantes activos, já nem sequer exercendo o direito ao voto pois, como sempre se prova, não vale a pena e atrás de nós virá quem de nós bons fará.
Estarão, estaremos a transformar-nos num povo de canalhas?
Olhando para o futuro e a não ser que desponte uma vaga emergente da turba dos indignados, dos precários, dos desempregados que seja capaz de varrer este lixo em que nos vamos atascando, desespero-me para encontrar sinais de sobrevivência…
Nota de rodapé e desabafo – Não cultivo nem gosto, por hábito, do pessimismo, até por atitude filosófica de vida. Mas há momentos em que essa vida nos dói, porra! E nem só o humor ou a ironia podem ou devem esgotar o nosso espírito crítico.

poemas com sabor a maresia
no Farol de Santa Marta, em Cascais

Fui convidado para, no Dia dos Museus (19 de Maio), organizar uma sessão de poemas com sabor a maresia no esplêndido cenário do Farol de Santa Marta, em Cascais, como pretexto de inauguração de uma exposição com o mesmo título.

O cenário, na verdade, não poderia ser mais inspirador. Não o perca, pois, quem se afoite a um curto passeio a pé, logo depois da marina de Cascais. Vá com tempo e com olhos de ver; deixe-se invadir pela quietude da beira-mar, solte cabelos ao vento e apure algum sentido para a vida.  

– escadaria interior do farol

– vista para norte

– a marina e a costa do concelho de Cascais

– naquela direcção rumaram as naus de quinhentos

A gratificação que nos chega quando nos vermos expostos por alguma obra feita. No caso, com o poema Ser-se Mar, entretanto musicado pelo grupo Nem Truz nem Muz  (vejam aqui: http://www.inforarte.com/nemtruz/)
e interpretado por Amélia Janes, em cd muito recentemente publicado. 

Sandra Santos, a responsável por aquele espaço, dá as boas vindas à assistência e ao grupo de poetas que se disponibilizou, correspondendo ao meu convite. 

Recorrendo a esse «ser imaterial» mas, ainda assim, tão concreto e definido como outra coisa qualquer, que é o grupo das Noites com Poemas, arrostando com duvidas climatéricas – que São Pedro não facilitou garantias –  lá deixámos que o mar invadisse as nossas palavras… 

– Ana Freitas

– Carlos Peres Feio

– David José Silva

– Eduardo Martins

– Maria Francília Pinheiro

– Estefânia Estevens e Francisco José Lampreia

– João Baptista Coelho

– Luís Perdigão

– Maria Maya

– Verde com Sol&Lua (Ana Patacho e José Proença)

– Isabel Figueiredo, que nos trouxe em clara voz do fado, as palavras de grandes poetas e o encanto dos grandes temas…
Uma boa gestão do tempo permitia-nos uma segunda ronda… que não estava a ser bem acompanhada por uma ameaça, logo concretizada, de uma chuvinha maçadora, que nos transportou, afinal, para um «plano B», com espaço previsto para inconstâncias meteorológicas. O avanço para o novo cenário fez-se tranquilamente, não se tendo registado desistências na assistência, o que é sempre muito gratificante. 

 

No final e após uma missão bem cumprida, a fotografia da equipagem, onde apenas quero destacar a ausência de João Baptista Coelho, por não ter eu tido oportunidade de o avisar a tempo e, como sempre pressuroso, já ter ele metido pés ao caminho, bem como a das «fotógrafas oficiais», por razões de desempenho da sua nobre função: Lourdes Calmeiro e Lídia Castro.   

– fotografias de Lourdes Calmeiro e de Lídia Castro

noites com poemas
com Pedro Garcia Rosado
e o thriller em Portugal

Tendo como pano de fundo, no salão da Biblioteca Municipal de Cascais de São Domingos de Rana, uma belíssima e bem organizada exposição sobre Branquinho da Fonseca, de quem se retém o pensamento que aqui se documenta e que contém algo de premonitório,…

… – o homem a quem Portugal e os portugueses ficam a dever a iniciativa da bibliotecas itinerantes da Gulbenkian, que levaram a Portugal todo, mesmo aos recantos mais recônditos,  esse manancial contra a secura cultural que é o livro…
… teve lugar a sessão onde contámos com a presença do escritor Pedro Garcia Rosado, que veio revelar-nos uma ponta do mistério sobre a sua obra onde o mistério campeia.

Após as boas-vindas costumeiras e uma apresentação sucinta sobre o conteúdo da sessão, bem como o anúncio das diversas outras actividades em que vamos estando envolvidos, enquanto «o grupo das noites com poemas»…  

… foi passada a palavra a Palmira Gaspar, da Comunidade de Leitores das Caldas da Rainha, a quem devemos a sugestão do nome do autor, bem como o envolvimento nos passos dados para o seu convite, Palmira Gaspar que fez a apresentação formal do mesmo, enunciando o seu percurso curricular e obra feita.  

Coube, então, a Pedro Garcia Rosado partir do seu último thriller Vermelho da Cor do Sangue (Edições Asa II, de Julho de 2011) dissertar sobre a sua obra no contexto literário português da actualidade, explicando as razões subjacentes que o impelem para esta modalidade de romance.   

Vermelho da Cor do Sangue que constitui o segundo volume de uma trilogia intitulada Não Matarás, da qual foi já editado, também, A Cidade do Medo (Edições Asa II, 2010), e que contém a especiosa particularidade de decorrer em ambiências portuguesas e com personagens portuguesas, também, o que, desde logo, lhe confere um estatuto de originalidade no panorama literário nacional 
Carlos Gaspar, também da Comunidade de Leitores, reforçou a bio-bibliografia apresentadas, dando início a uma interessante troca de impressões com o autor acerca das motivações e a temática da sua escrita.
Logo mais, a poesia, trazida como sempre pelos interessados e empenhados colaboradores destas nossas noites: 

– Maria Francília Pinheiro

– Carlos Peres Feio

– Rosário Freitas

– João Baptista Coelho

– David José Silva

– David Zink

– Francisco José Lampreia

– Estefânia Estevens

– Eduardo Martins

– Ana Freitas

– Luís Perdigão

– Miguel Partidário

– Jorge Castro

– Palmira Gaspar

– Emília Azevedo

– Uma homenagem a Dimitris Christoulas proposta por David Zink sobre poema da minha autoria e para o que contou com a colaboração de Jesus Cordeiro e de Carlos Gaspar.

Não foram poucos os interessados nas obras de Pedro Garcia Rosado disponíveis na sala….

… interesse por fim consubstanciado na sessão de autógrafos que teve lugar.
– fotografias de Lourdes Calmeiro

amanhã, dia 19, no Farol de Santa Marta
em Cascais…

… o grupo das Noites com Poemas inaugurará naquele espaço a exposição Poemas com Sabor a Maresia, com poemas com muito mar em volta. Será pelas 17 horas e a sua presença é mais do que necessária! 

Nós seremos:

– Ana Freitas
– Carlos Peres Feio
– David José Silva
– Eduardo Martins
– Francisco José Lampreia e Estefânia Estevens
– João Baptista Coelho
– Jorge Castro
– Luís Perdigão
– Maria Francília Pinheiro
– Maria Maya
– Verde em Sol&Lua (Ana Patacho e José Proença)
– Isabel Figueiredo

E navegaremos!

convite
noites com poemas
– Pedro Garcia Rosado
em Vermelho Cor de Sangue


Na próxima sexta-feira, dia 18 de Maio, pelas 21h30, como habitualmente, celebraremos a nossa 75ª sessão das Noites com Poemas.
O nosso convidado para esta sessão, que contou também com a apoio e colaboração da Comunidade de Leitores das Caldas da Rainha, será Pedro Garcia Rosado, escritor, que nos propõe, como tema: O Thriller em Portugal.
Sinopse: Vermelho da Cor do Sangue é um thriller em que o Inspector da Polícia Judiciária, Joel Franco, conta com a ajuda de um ex-KGB, para desmascarar uma conspiração criminosa que nasceu no PREC e envolveu militares revolucionários, banqueiros, assassinos e várias garrafas de Barca Velha. O autor trará consigo alguns livros para aquisição por parte dos interessados.
Mistério, tensão, excitação… ingredientes poéticos? E porque não? Não foi o poeta Garcia Llorca quem nos disse terem todas as coisas o seu mistério e a poesia ser o mistério de todas as coisas?

Sobre o autor, dir-se-á, ainda que  é um escritor, autor de “Vermelho da Cor do Sangue” (Asa, 2011) “A Cidade do Medo” (Asa, 2010), “A Guerra de Gil” (Círculo de Leitores, 2010/Temas e Debates, 2008) e de “O Clube de Macau”, “Ulianov e o Diabo” e “Crimes Solitários” (CL, TD e Bertrand, 2004-2007). É também tradutor e colaborador da MUDA Magazine.

Cá vos esperamos, então. Se me permitem uma recomendação, por favor, não venham tarde. É que os lugares têm-se revelado escassos para a afluência… E se isto vos parecer conter alguma dose de vaidade, podem crer que contém mesmo!

Abraços e até lá.

depressa que ainda ireis a tempo…

Hoje sexta feira, 11 de Maio de 2012, a partir das 21h, na Biblioteca Operária Oeirense, vem participar na madrugada da poesia, declama ou dá a declamar as tuas poesias. 

em Coruche
com Ana Freitas
o montado – um lugar poético

Vai já na terceira edição a iniciativa encabeçada por Ana Freitas, em Coruche, no Café da Vila – bem hajas, Graça! -, desta feita com o estimulante desafio: O montado – um lugar poético.
Como vem acontecendo, uma sala cheia… de participantes! Contar-se-ão por escassos dedos da mão quantos estiveram presentes apenas para ouvir, sem que, em momento dado, não participassem também. Veja-se a participação abaixo, que não é exaustiva porquanto alguns «bonecos» falharam.
Ainda assim, uma sala cheia, activa e participativa, a qual se vai tornando hábito ser antecedida por alegre jantarada, que desemboca. logo mais, na poesia.
Fica, assim, uma vez mais e sempre, provado que estes espaços têm o seu espaço, com lugar mais ou menos marcado, mas dependendo para que aconteçam apenas o golpe de asa, o passo em frente e a conjugação de vontades.
Aqui o louvor vai direitinho para a Ana Freitas que personificou tudo isso. E levou avante. E os amigos vieram. E, depois, outros. E trouxeram outros mais… e o Café da Vila rompe-se pelas costuras, dele extravasando poemas por tudo quanto é canto. Maravilha!    
Mais jeito, menos jeito? Mais tarimba ou menos? Isso que interessa. Interessa é que «o caminho se faz caminhando» e, pelos vistos, em Coruche há pernas para andar.
– Ana Freitas

– Bruno Dinis e Ricardo Silva

– Ana Luísa Taxa

– Rosa Pais

– Jorge Castro

– Rosário Freitas

– Manuela Cabecinhas

– Eduardo Martins

– Tomiça

– Francisco José Lampreia

– Clara Pereira

– Alzira Carrilho

– Maria Augusta Ambrósio

– Arlindo Pirralho

– José Cordeiro

– José Proença

– Carlos Peres Feio

– Francisco José Lampreia e Estefânia Estevens

– Estefânia Estevens

– Bruno Dinis

– Fernando Magalhães

– Isilda Gagueja

– Jesus Cordeiro
Ver mais imagens e comentários AQUI
– Fotografias de Lourdes Calmeiro e Jorge Castro

Todas as coisas têm o seu mistério
e a poesia
é o mistério de todas as coisas
– Federico García Lorca

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