Sendo este um espaço de marés, a inconstância delas reflectirá a intranquilidade do mundo.
Ficar-nos-á este imperativo de respirar o ar em grandes golfadas.
súmula descritiva
de uma romagem a terras do planalto mirandês com a
– Pelas 12h30, almoço no Capa d’Honras. Prato que nos esperava – outra vez, depois de excelentes entradas variadas – era um Bacalhau à moda da casa, que nos aqueceu para o período da tarde.
– 09h45 – breve paragem na antiga e abandonada estação de comboios de Duas Igrejas para, a par da constatação de breve queda de neve durante a noite que nos deixou um inefável e inconstante véu branco na paisagem, observarmos os curiosos painéis de azulejos, documentando usos e costumes da região, que forram o exterior do edifício.
eu vou a Miranda ver os pauliteiros… e o resto todo!
Por estes dias próximos, passear-me-ei (com mais 30 empedernidos!) pelas transmontanas paragens de Miranda do Douro. Não tenham pena de mim!
Volto já.
Um testemunho
De um testemunho no Facebook…


























































































