Sendo este um espaço de marés, a inconstância delas reflectirá a intranquilidade do mundo.
Ficar-nos-á este imperativo de respirar o ar em grandes golfadas.
Nice, em dia de opróbio
Allons enfants d’autre patrie…
Se há uma coisa que aprecio sobremaneira na política francesa é o seu inequívoco apoio à imigração:

10 de Julho com pernas para andar, correr, saltar e etc.!
Algumas notas, mesmo só para dizer alguma coisa:
E, já agora, VIVA PORTUGAL!
breve nota sobre passeio a Arouca e Serra da Freita
… e que Portugal temos!
e a Islândia aqui tão perto…
Desde que me conheço que utilizo recorrentemente, em termos de desabafo contido e a propósito de alguma coisa que, em Portugal, se me depare de violência social intransponível, a seguinte expressão: «ainda estou a tempo de emigrar para o Canadá!».
Perante algumas evidências a que vou assistindo, creio oportuno alterar essa expressão para «ainda estou a tempo de emigrar para a Islândia!».
simplex online
SIMPLEX online!
Para tratar de tudo sem sair de casa…
Enviaram-me este link, que talvez mereça a pena guardar:
fios que tecem a fala das mulheres
na BOO, em Oeiras
a orfandade nas praias
Medalha de Ouro de Mérito Cultural (CM Lisboa)
atribuída a José Meco
reflexão para o dia da criança
escola privada – público esbulho
que gestores e pais sem escrúpulos se destrambelham na mobilização de crianças
para manifestações de carácter absolutamente político, falacioso e oportunista, julgo ter também o
direito de aqui lavrar alguns comentários a propósito:
Com que então, se me apetecer andar num ferrari,
o estado tem a pouca vergonha de NÃO me atribuir um subsidiozito para o efeito?
Parece impossível! Isto já não há liberdade de escolha para um cidadão, mesmo
que se vista de amarelo! Isto é, sem margem para dúvidas, um claro ataque aos meus
mais elementares direitos! E, quem sabe, aos meus esquerdos, também…
como tem sido largamente difundido pelas televisões, é de vómito o argumentário
dos queques defensores do ensino privado às custas dos impostos de todos.
sempre, nestas ocasiões, atirar-lhes para o colo com o cadáver de uma das inúmeras
crianças mortas por afogamento no Mediterrâneo, por um lado porque isto anda
tudo ligado e, por outro, apenas para apurarem qual o possível sentido da vida
e da sua concomitante relatividade.
único argumento, entretanto, prevalece, subliminarmente escondido naquele
argumentário: não temos pago, não pagamos
e não queremos pagar! Mas queremos usufruir.
de amarelo: não nos apetece, pois, abdicar do inalienável direito de acharmos
melhor que os nossos filhos usufruam de condições a que a grande parte das
demais crianças não tem acesso – lá nos vão dizendo estas atrabiliárias
criaturas… – e estamo-nos nas tintas para isso e para vocês! Mas queremos que
nos paguem, pronto!
sim, se vê o quão socialmente solidárias são estas bizarras criaturas. E espertas
que elas são, que ele, o chico-espertismo, pelos vistos campeia sem freios nestas
hostes.





































